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Domingo Arte

A história da caligrafia remonta a Antiguidade. Etruscos e Romanos já exerciam a escrita em papiros, pergaminhos e outros suportes. Para isso, utilizavam as penas de aves, os arbustos cortados em bisel denominados cálamos. Com o aparecimento do papel (China, 105 d.C.), a caligrafia tomou um grande impulso. E mesmo após a era digital, essa prática artística exerce grande fascínio. Por isso, reservamos para você este "Álbum do Alfabeto", um belo livro de caligrafia e gravura tipográfica, montado por Joseph-Balthazar Silvestre (1791-1869), um paleógrafo, calígrafo e pintor miniaturista nascido em Avignon que mais tarde ensinou os filhos do Rei Luís Filipe I (1773-1850) como formar suas letras.

Variando do antiquado ao moderno, do elegantemente ilegível ao cristalino, esses alfabetos são organizados e rotulados por século, país e, frequentemente, biblioteca de origem, fornecendo ao leitor uma noção de quantas variações diferentes as pessoas têm feito nas formas simples das letras romanas ao longo dos milênios.


Embora apresente um roteiro histórico até os dias modernos de Silvestre na década de 1840, o observador casual pode ser perdoado por pensar que Silvestre pode ter de alguma forma arrancado alguns alfabetos do futuro também. Para aqueles de nós não versados na história dos tipos, há algo estranhamente do século 20 sobre algumas das formas - um lembrete de que o tipo associado a épocas específicas é frequentemente "recuperado" de tempos passados. Outro destaque é um belo script inteiramente composto de formas de árvore retorcidas, um meio com destaque adicional neste volume devido ao nome silvestre de seu compilador.


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